Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

baú das alembranças

baú das alembranças

Traições sindicais

Em 1984 trabalhava eu na instalação eléctrica da Soporcel na Figueira da Foz.

Era delegado sindical e tinha comigo 25 homens e houve um problema com o pagamento de horas extras.

Como delegado sindical pedi a colaboração do SIESI e após a entrega do pré-aviso avançamos para uma greve parcial.

Passados uns dias o sindicato que estava em negociações com o patronato para outro assunto mais importante do que 25 homens, desconvocou a greve sem sequer falar com estes trabalhadores, incluindo o seu delegado sindical.

Continuamos a greve e foi o próprio responsável da empresa que nos avisou que estávamos a fazer uma greve ilegal.

Conclusão: Processo disciplinar colectivo e a obrigatoriedade de um pedido de desculpas individual em carta registada à administração da empresa.

O DOLMEN DE S:PEDRO DIAS,AS RUNAS E O ESQUECIMENTO

Olá.Sou Adelino de Carvalho e sou de Couchel.
Então como ninguém ligou népia ao apelo que eu lancei já há uns anos para que alguém responsável da autarquia fizesse alguma coisa pelo monumento que é um símbolo em Vila Nova de Poiares, e como ficou tudo na mesma vou de novo apelar para o pelouro da cultura para e para o Sr. Presidente da Autarquia para interceder pessoalmente na organização de uma comissão de estudo com vista a beneficiar o monumento, torna-lo conhecido e apelativo com vista à divulgação histórica do mesmo.

O mecânico o cirurgião e eu

BOA RESPOSTA
Um mecânico está a desmontar a cabeça do motor de uma moto, quando vê na oficina um cirurgião cardiologista muito conhecido. Ele está a observar o mecânico a trabalhar. Então o mecânico pára e pergunta:
- Bom dia, doutor, posso fazer uma pergunta?
O cirurgião, um tanto surpreendido, concorda e aproxima-se da moto na qual o mecânico está a trabalhar.
O mecânico levanta-se e pergunta:...
- ?Doutor, repare neste motor. Eu abro-lhe o coração, tiro as válvulas, conserto-as, ponho-as no sítio e fecho novamente, e, quando acabo, ele volta a trabalhar como se fosse novo. Explique-me por que é que eu ganho tão pouco e o senhor tanto, quando o nosso trabalho é praticamente o mesmo!!
Então o cirurgião sorri, inclina-se e diz baixinho ao mecânico:
- 'Você já tentou fazer como eu faço, com o motor a trabalhar?'

«Agora respondo eu ao Sr. Dr. Cirurgião:
Eu sou um electricista médio, desmonto, reparo e reponho em serviço o Quadro Eléctrico de um prédio, fábrica ou vivenda, sem desligar a corrente e ganho dez ou quinze euros à hora. que no entanto,comparado com o crurgião, é miséria.
Vou pedir um conselho a um jurista, economista ou contabilista ou psicólogo e pago em média 50 euros por quinze minutos de conversa
Uma reparação num dente custa em média 50 a 70 eurospor quinze minutos a meia hora de trabalho.
Uma cirurgia pode custar mais de três mil euros.
Se alguém me pedisse um conselho sobre uma instalação eléctrica e eu pedisse 50 euros, o mais certo era levar um martelo ou um alicate atrás de mim e tinha de sair dali a correr.
Se o paciente morrer durante a operação ou no pós-operatório, o mal do cirurgião são batatas.
Se o prédio arder após a reparação no Quadro Electrico e sou chamado à barra do Tribunal e posso muito bem ter de pagar com as costas na cadeia os danos causados, incluindo mortes.

Jardim de Vila Nova de Poiares

A minha singela opinião era que se arrancassem as palmeiras e se substituíssem por árvores frondosas como por exemplo jacarandás, faias ou castanheiros da India, cuja sombra fosse proveitosa para as crianças e os adultos que as acompanham.
Um parque infantil sob a torreira do sol que se faz sentir nesta época do ano não é muito útil nem aconselhável.
O que me admira e revolta é que as dezenas de pessoas que frequentam este parque com as suas crianças ou mesmo com amigos para comerem um gelado um beber um refersco aceitam tudo de bom grado embora critiquem por trás que o parque não tem condições.
Sempre que vou a poiares e são muitas as vezes, é a este parque que gosto de ir beber um refresco no bar mas tirando três ou quatro mesas com cadeiras e chapéus o parque tem muito pouca coisa que atraia crianças e adultos.
Faz falta uma zona de mesas, bancos e sombras para além das sombras na zona do parque infantil.

Mais sobre mim

foto do autor

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Favoritos

Arquivo

  1. 2019
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2018
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2017
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2016
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2015
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D