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baú das alembranças

baú das alembranças

Brasileiros

Mas chegam cá muito bem informados das regalias concedidas a cidadãos vindo do país dito irmão. Conheço alguém e não é caso isolado que chegou cá sem trabalho e sem profissão, pediu, chorou e voltou a pedir a tudo quanto era instituição, arranjou habitação paga pela autarquia e subsídio de apoio dado pela Segurança Social de cerca de 300 euros. Hoje vai dormir a uma casa particular e tomar conta de uma senhora onde ganha 600 euros, faz limpezas em várias casas particulares du...rante o dia onde ganha mais 600 euros mas trabalha não declarada, tem uma habitação da Câmara onde nem a água paga e a receber o subsídio do estado. Trazem a escola toda para viver à conta do estado e ao abrigo da lei até querem trazer a família. Afinal não são só os ciganos. Este alguém declara que vive só mas tem um companheiro tem neste momento um rendimento mensal de cerca de 1.500 euros limpos sem qualquer encargo, e continua numa habitação paga pela autarquia. Mas isto são centenas. Eu trabalhei, paguei impostos e descontei para a SEG SOCIAL durante 46 anos, sou reformado e continuo a pagar impostos e se quero ter habitação pago renda. Se eu me quiser fixar em qualquer país da europa a seg social vai todas as semanas a minha casa ver como é que eu vivo, quem quiser viver à mergem da lei vem viver para Portugal.

Teorema de Pitágoras

Não me lixem, mas a mim na escola nem o teorema de pitágoras me ensinaram porque só frequentei a escola até à sexta classe, mas existem milhões de pessoas licenciadas e doutoradas que também nunca o aprenderam porque passaram nas disciplinas de matemática como gatos por cima de brasas.
Mas se tivessem ensinado o teorema de Pitágoras como me ensinou o meu amigo, havia muito mais gente a sabê-lo:
Então é assim:
O Pitágoras vivia na Grécia e era casado com uma mulher chamada Nusa.
Um dia teve se ausentar para longe e por muito tempo ao mesmo tempo que se instalou na zona um regimento de marinheiros, que deu aso a que a Nuza começasse a andar enrolada com quatro cadetes do regimento.
Quando o Pitágoras regressou e deu com a situação matou a Nuza e os quatro cadetes.
Foi para o quintal, devidiu-o em dois quadrados e enterrou a Nuza num deles.
Depois dividiu o outro quadrado em quatro, enterrou os cadetes e foi fumar um cigarro para o monte em frente.
Enquanto fumava e observava o quintal é que reparou que o quadrado da Puta Nuza era igual à soma dos quadrados dos cadetes.
Portanto o Pitágoras não descobriu, não inventou e não criou nada. Foi um simples acaso.

 
Foto de M80 Rádio - Portugal.
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Tarãntula

Isto não parece muito mau , a não ser pelo aspecto do bicharoco que afinal é inofensivo.
Mas isto é tenebroso se imaginar-mos o ruido intenso e constante que se tem de suportar horas e horas até alguém se lembrar de uma solução para obrigar o animal a sair.
A mim, quem me socorreu foi a minha irmã mais velha com uma seringa cheia de água tépida.
Mas sofri como se diz, as passas do algarve durante o tempo em que o bichinho se serviu do meu ouvido como sala de estar.

 
 
 
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Publicado por UNILAD
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O Aeroporto de Poiares

 

Uma verdadeira pérola que eu encontrei aqui perdida no meio de nada.
Não sei quem escreveu esta preciosidade mas peca por curta talvez por
falta de informação
Falta aqui o aeroporto de Via Nova de Poiares, onde em plena Serra de São Pedro Dias, Vidoeiro, Friúmes, foram expropriados dezenas de hectares de floresta de pinheiro bravo, para com máquinas de rasto pertencentes ao Regimento de Engenharia do Exército se procederem a terraplanagens movimentando milhões de metros cúbi...cos de aterros para construir uma pista de aterragem e descolagem a cerca de cinco quilómetros de outra instalada na Lousã há mais de cinquenta anos.
É no entanto de bom tom complementar com o resto da informação:
É que durante, no meio ou no fim da obra alguém viu que se andava a trabalhar para o boneco, uma vez que a pista estava a ser construída no sentido transversal aos ventos predominantes e a obra depois de centenas ou milhões de euros gastos e indemnizações por pagar foi interrompida.
Nem os valores efectuados com a venda das madeiras foram pagos aos proprietários.
Hoje, passados mais de dez anos, os proprietários do terrenos expropriados continuam à espera de ser ressarcidos, os terrenos continuam deserticos sem uma unica árvore plantada, e provocada pela erosão das chuvas metade da serra está transformada em barrocos e saibreiras deslocados.
O ministério do ambiente e do ordenamento territorial o mais certo é não saberem de nada.
A autarquia está-se marimbando.
Não foram eles que fizeram a merda, foram os anteriores autarcas.
Quem vier atrás que feche a porta se ainda houver porta para fechar.
Assim vai o nosso país à mercê de arrivistas e oportunistas chegados ao poder á custa de meia dúzia de canções de embalar.

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Podia chamar-se roteiro da desolação, ou rota da vergonha. Se outras rotas, porventura mais vergonhosas, não marcassem o dia de hoje nos caminhos de Portugal. De Monfortinho, na raia dos contrabandistas sérios, que faziam pela vida e com risco dela em plena ditadura, a Al...
publico.pt
 

Poiares carnavalesco

Por onde anda a alegria festivaleira dos poiarenses?
Estava frio ou acordaram todos com o rabo virado para a lua.
Lembro-me de ainda não há muito tempo ver cortejos carnavalescos com alegria, com animação, carros alegóricos, bandas de música e até ranchos folclóricos.
Este carnaval nada.
Até pensei mais em ser um cortejo fúnebre do que um cortejo carnavalesco.
Os animadores fugiram da chuva e do frio.
Os apresentadores eram fracos ou parecia que andavam contrariados.
E se calhar andavam.
Assim não.
Assim não vale a pena.
Fazer uma coisa só para espetar um frete às ciranças a levá-las a correr as ruas da vila a correr e desorganizadas mais vale ficarem em casa ao quente da lareira, ou então fazerem um desfile no pavilhão Gimnodesportivo para criança ver e mais nada.
Há autarquias noutras partes do país com tanta ou menos população onde a própria autarquia atribui uma verba a cada povoação para apresentarem um carro alegórico de acordo com as suas posses, as suas gentes e a sua criatividade.
Acho que em Vila Nova de Poiares também já se fez isso mas é melhor assim, deixar acabar tudo para depois chorar sobre leite derramado.
Neste momento são 21 horas.
Passadas portanto 12 horas sobre o desfile e o vídeo tem 45 gostos talvez isto diga alguma coisa.

O eucalipto é, por si só, o maior factor de desertificação do país, e a desertificação do país é o nosso problema número um. Não vale a pena falarem em descentralização, nem em ocupação do interior nem em valorização do mundo rural, enquanto estivermos submetidos à ditadura do eucalipto. Juntem a isso o conhecimento, hoje absolutamente indisfarçável, de que o eucalipto é, de longe, o maior factor de deflagração de incêndios: o eucalipto mata. Mata a floresta, mata casas, povo...ações, pessoas. E, como vimos agora, mata rios.
Mata a pesca, a agricultura, a paisagem, o turismo do interior. Com a limpeza dos rios, com as indemnizações às vítimas dos fogos, com os negócios e negociatas à volta do combate aos incêndios, só de custos directos a indústria de celuloses custa uma fortuna aos contribuintes. Mas quem se quiser deitar a pensar quanto mais custa ao país e aos contribuintes o abandono dos campos e a desertificação de todo o interior, rapidamente chegará à conclusão que 1300 milhões não são nada comparados com isso.
Restam os postos de trabalho que se perderiam. Mas chamo a atenção para os estudos recentes que têm vindo a público e que nos dizem que, com a quebra da natalidade e o envelhecimento demográfico galopante que temos, o nosso principal problema em breve vai ser a escassez de dezenas, e logo centenas, de milhares de postos de trabalho na indústria, se quisermos continuar a crescer. Só é preciso ter a coragem de mudar de paradigma. Sairmos de um pensamento de país terceiro-mundista.
O descaramento já atingiu tal ponto que, na semana passada, a revista “Sábado” não só se dava ao luxo de tranquilamente transcrever largas passagens do interrogatório do juiz Carlos Alexandre a Paulo Santana Lopes e José Veiga, visando implicar o juiz Rui Rangel, como também chegava ao ponto de comentar os apartes de Carlos Alexandre, deste género: “Bem ao seu estilo, Carlos Alexandre não resistiu a desabafar…”. Se tamanha intimidade relativamente a uma peça teoricamente alvo do chamado “segredo de justiça” já dá muito que pensar, que dizer do facto de um jornalista da revista, aparentemente acompanhado de um fotógrafo, ter andado a seguir os últimos cinco dias de Rui Rangel, antes de ser despoletada a ‘Operação Lex’, fotografando-o a sair de casa, a entrar no Tribunal da Relação, a sair para um jogo de futebol com amigos, a embarcar no carro na garagem do condomínio, etc.? A PJ ou o MP agora fazem vigilâncias a suspeitos em conjunto com jornalistas da Cofina ou fornecem-lhes “em exclusivo” o material dessas vigilâncias? Independentemente dos suspeitos em causa, com quem eu não gastaria um jantar (mas isso não vem ao caso), muito gostaria de saber se o Conselho Deontológico do Sindicato dos Jornalistas, o director nacional da PJ, a PGR, o Conselho Superior do Ministério Público, não acham seu dever dizer uma palavrinha sobre o assunto? Ou já nada os envergonha? E, se já nada os envergonha, o que devemos esperar a seguir?

(Miguel Sousa Tavares, in Expresso, 10/02/2018) O eucalipto é, por si só, o maior factor de desertificação do país, e a desertificação do país é o nosso problema número um. Não vale a pena falarem…
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