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baú das alembranças

baú das alembranças

O petrolino

azeiteiro.jpg

 

 

 

 

 

 

 

Olha o boinas.

Juro que não sou eu.

Eu além de ser um trinca espinhas deixei as vendas de azeite aos dezoito anos Mas ainda acho que me lembro, aquela torneira era do azeite comum, a do meio era do azeite fino e a outra era do azeite extra. As do lado eram do vinagre e da aguardente. Em cima era o baú das medidas. Quando eu fazia esta venda, já as rodas eram de pneu. Quando eu abandonei a atcividade em 1965 começaram os azeiteiros a optar por carrinhas comerciais em vez das carroças puxadas por mulas e cavalos.
As caixas laterais, em algumas vendas traziam azeitonas de um lado e sabão do outro . Em Viana traziam mais de vinte quilos de arroz, açucar, café e outras mercearias. Em cima, alem do garrafão do alcool desnaturado, traziam as bilhas para medir e por vezes mais de vinte garrafões de vinho.

Era uma autêntica mercearia ambulante.

Até bacalhau trazia já cortado e pesado.

Lateralmente à frente de uma das rodas era a torneira do petróleo.

Aqui o nosso amigo azeiteiro se ainda for vivo, já deve ser bem velhote, mas mantém viva uma grande verdade.

Era preciso era CALMA, principalmnte quando era preciso andar a fugir à Intendência Geral de Abastecimentos IGA actual ASAE. O azeite o alcoól, as medidas e os pesos eram normalmente adulterados.

sso todos aprendiamos logo aos doze ou treze anos.

Numa recente conversa entre dois poiarenses que não tiveram esta vivência, debatia-se o nome azeiteiro ou petrolino para a profissão daquele que como eu andaram a vender azeite, petróleo e outros produtos de consumo doméstico de porta em porta até meados do Sec XX. 

As Autárquicas 2017

As Autárquicas 2017
O meu afilhado, que é um gajo esperto, chama-lhes com razão, opinadores ou comentadeiros compulsivos.
Não percebem nada de nada, não lêem um jornal ou na melhor das hipóteses lêem a Bola e tem um ódio de morte aos livros, mas não se calam.
Falam de tudo e criticam tudo como se seguissem ao milímetro e pecebessem alguma coisa da politica mundial ou da politica de pé da porta.
Criticam o partido A, B ou C mas nunca leram uma palavra do seu programa nem apresentam nada que contradiga, como também criticam o candidato A, B, C sem sequer os conhecerem nem conhecerem sequer o seu programa.
Quando chega a altura das decisões, em dia de eleições, em vez de cumprirem o seu dever moral e civico ficam tranquilamente na cama, vão para a praia ou vão almoçar com a família a casa do dos pais ou dos sogros.
Assim como assim, também nunca mexeram uma palha quer em prol da comunidade em que se encontram inseridos, quer em prol das condições de trabalho, ou remuneratórias suas, ou de outrem, mas estão sempre prontos a aceitar aquilo que os outros conquistam.
Estão sempre prontos a usufruirem das conquistas feitas com o sacrificio de outrem.
A carapuça só serve a quem a enfia e eu vou fechar a porta senão fico igual a eles.
Exercer o seu direito e o seu dever cívico votando, está fora de questão, ou então tiram o rabo da cama e vão masoquistamente anular o voto ou votar em branco.
Batem palmas e beijam a mão de qualquer gajo que lhes conte duas mentiras seguidas mas não vêem mais além do que a ponta do nariz.
Ah! vêem muitas teorias da conspiração e seres vindo do espaço.
Parecem aqueles papagaios que eram colocados num poleiro à porta das tabernas de antigamente que só sabiam dizer as asneiras que o dono lhe ensinava.
Ah! os papagaios também não falam, repetem os sons que conseguem fixar.

Filho da puta do alemão

tir.jpg

 

Filho da puta, camionista alemão do C...
Ontem, dia 20 de Setembro de 2017, pelas 12,30 horas, nas portagens de Benavente na ligação à A-1 , quando me encntrava na fila atrás de um camião TIR alemão para tirar o ticket, o mastrunço reparou que estava enganado na porta, fez marcha atrás sem tomar as devidas precauções e abalroou-me empurrando o meu boguinhas de marcha atrás cerca de cinco metros ou mais.
A minha sorte, não tinha ninguém atrás de mim e tinha o carro desengatado e destravado.
O cabresto do alemão pirou-se sem que eu tivesse tempo de tomar nota da matrícula. Comuniquei emediatamente com a brigada de trânsito que sem terem conhecimento da matrícula nada podem fazer.
Por acaso não tive danos mas se estivesse outro camião atrás de mim tinha feito uma linda sandwiche.
Depois venham para cá dizer-me que os condutores profissionais são altamente competentes, conscientes e responsáveis na estrada.
Se eu contasse metade das coisas a que já assisti provocadas por profisionais altamente competentes, escrevia um livro mais volumoso que a biblia.
Eu também pensava que todas as portagens são equipadas com câmeras de vídeo mais abrangentes, mas segundo informação dos responsaveis da Brisa, o alcance das câmeras não apanhou as matrículas do camião.
Estranho!...
Então se eu passar a VIa Verde, não fica registado o número da matrícula do veículo?
É que a manobra do camião foi bem esplícita.
Estava na entrada normal, fez marcha atrás e mudou de direcção para sair pela Via Verde.
Não ficou o quê?!
Não ficou registado? Então como é que a Brisa vai cobrar a passagem?

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